Escolher um fornecedor e defender a bandeira dele pelo resto da semana é um trabalho que eu dispenso. Em 11 de julho de 2026, sugeri experimentar Gemini pra frontend e avaliei Claude como bom pra backend. Eu estava pensando em distribuir trabalho conforme a função. A sugestão sobre Gemini ainda era uma proposta de experimento.
No dia 21 de julho, o Google anunciou Gemini 3.6 Flash e 3.5 Flash-Lite, com propostas e preços diferentes. Mais opções tornam essa distribuição interessante, mas também exigem uma escolha. O nome novo entra na conversa; a tarefa continua sendo a referência pra decidir onde ele cabe e o que preciso conferir.
Em frontend, quero examinar o resultado que a pessoa usa e o comportamento da interface. No backend, outras partes do sistema exigem atenção. Faz sentido experimentar ferramentas diferentes diante dessas exigências. Minha opinião sobre Claude pode orientar um candidato, e o interesse em Gemini pode orientar um teste. Nenhuma das duas coisas encerra a decisão pra todos os pedidos seguintes.
A passagem entre ferramentas também cobra trabalho. Se preciso reconstruir o pedido a cada troca, uma divisão promissora fica cansativa depressa. Quero preservar o resultado esperado e as decisões já tomadas numa forma que o próximo executor entenda. Recontar a conversa inteira toda vez transforma variedade de modelos em mais uma tarefa administrativa pra mim.
O limite entre frontend e backend merece dono. Num exemplo hipotético, uma tela espera uma resposta que a outra parte do sistema ainda está definindo. Mandar cada lado pra um modelo diferente não resolve essa dependência. Alguém precisa acompanhar se o comportamento preparado de um lado sustenta o que está sendo proposto do outro.
O Flash-Lite acrescenta a pergunta sobre quanto modelo cada atividade pede. Uma tarefa simples e uma investigação longa podem justificar escolhas diferentes. Quero descobrir quando a capacidade adicional ajuda a entrega e quando outra opção dá conta. A quantidade de nomes no seletor não precisa virar uma obrigação de escolher o mais chamativo em toda execução.
Vou manter a distribuição por função como hipótese de trabalho e decidir quem acompanha as dependências antes de separar uma tarefa que atravessa os dois lados. Claude continua sendo uma opção que avaliei bem pra backend; Gemini pra frontend merece o experimento proposto. Os novos Flash entram como candidatos a avaliar no pedido certo. Meu compromisso é com uma entrega que funcione junta, mesmo quando cada parte vier de uma ferramenta diferente.