Uma divisão de trabalho útil precisa continuar aberta à revisão. Uso anterior não dá cargo vitalício a modelo nenhum. Se surge uma versão nova ou a tarefa muda, quero conferir se a configuração ainda ajuda a chegar numa alteração aceitável sem deixar o resto do trabalho pro revisor.
Em 28 de setembro de 2026, perguntei se Sonnet seria melhor pra implementar. Duas semanas antes, em 15 de setembro, eu tinha descrito meu uso de Sonnet pra fazer e Opus pra revisar. A pergunta continuava aberta mesmo com essa prática. Os registros citam famílias, e não estabelecem uso de uma versão específica.
A Anthropic lançou Sonnet 5.5 naquele 28 de setembro. O preço permaneceu em US$2 de entrada e US$10 de saída por milhão de tokens. A empresa atribuiu economia de até 30% por tarefa ao menor consumo. É um motivo concreto pra reavaliar implementação frequente. O percentual continua sendo a estimativa anunciada, sem economia minha medida pra acrescentar.
Também pedi naquele dia que uma demanda adicional fosse delegada em paralelo pra preservar o trabalho em andamento. Essa cena explica por que o repasse me interessa tanto. Um executor precisa entender onde termina sua responsabilidade e o que vai devolver. Se depende de uma decisão ainda aberta em outra frente, chamar mais um modelo pode só produzir outra versão da mesma dúvida.
A entrega que quero de um implementador liga o comportamento pedido à mudança e à evidência de que ela funciona. Rapidez ajuda quando traz uma primeira versão utilizável e permite corrigir com pouco intervalo. Um diff difícil de entender cobra o tempo de volta na revisão. Preciso localizar o que mudou e por quê, sem reconstruir toda a conversa que antecedeu o código.
Pra comparar essa divisão, vou usar tarefas delimitadas e diferentes o suficiente pra expor dificuldades reais. A revisão deve verificar o resultado esperado. Aprovação de outro agente sozinha não encerra essa conferência. O esforço total inclui o que volta pra correção e a informação que o revisor precisou buscar porque faltou na entrega inicial.
Minha decisão é manter Sonnet como ponto de partida conhecido e reabrir a escolha diante do 5.5, sem anunciar vencedor por antecipação. Quero guardar o custo e o caminho até uma alteração revisável em cada tarefa comparada. Se outra configuração entregar isso com menos trabalho devolvido pra mim, vou mudar. O posto de implementador continua dependendo da próxima entrega.